Quer Ganhar 14 seguidores rapidinho? Siga os Tumblrs abaixo, envie “♦” na ask de cada um, que eles vão seguir todos de volta!

OBS: Não retire nem adicione ninguém. Reblogue se você está na lista.

2 June 2012 · 3 notes · reblog
© demism | → suspi-rar
2 June 2012 · 19,309 notes · reblog
2 June 2012 · 1,023 notes · reblog

Oque eu fiz comigo?: Vô, há dias em que a feição do senhor me foge da memória, tem se...

Vô,

há dias em que a feição do senhor me foge da memória, tem se tornado cada vez mais distante e eu sinto que estou prestes a perder tudo. A inocência, o desejo de sonhar, aquelas coisas que o senhor me ensinou que a gente precisa ter na vida. Se tudo ao seu redor parecesse estar caindo e você…

2 June 2012 · 37 notes · reblog
2 June 2012 · 1,393 notes · reblog

Mô, cadê você comigo aqui agora?

2 June 2012 · 3 notes · reblog
2 June 2012 · 22,033 notes · reblog

Eu tenho 0000 asks pra responder, então followers por favor esperem.

2 June 2012 · 5,728 notes · reblog

Pc Siqueira respondendo os haters.

2 June 2012 · 2,496 notes · reblog

Como os Americanos veem o Brasil:


2 June 2012 · 15,964 notes · reblog

“Quem nunca foi rotulado, ergue o braço! Ok, ninguém. Todos são rótulos. Eu, você, o vizinho do 520 e o resto do mundo. Se brincar, arrisco até dizer que os bebês da atualidade já nascem carimbados, projetando o velho ditado — Filho de peixe, peixinho é —. Isso me enoja, é totalmente repulsivo principalmente quando o faço sem perceber. Os humanos tanto se vangloriam em relação aos outros animais por serem racionais, mas não agem como tais. Rotular é uma questão absurdamente irônica. Passamos a maior parte de nossas vida em busca de independência, carregando uma ficha de dependentes e não adianta fugir disso. As pessoas precisam de outras, embora neguem. Precisam do afeto e de mais além. Têm necessidade de reconhecimento, de agrado, de destaque. É exatamente essa necessidade que justifica a existência de “grupos sociais”, que são tachados de acordo com o que representam. E rotulamos de acordo com o que nós consideramos como ameaça, o que na maioria das vezes, não passa da nossa própria hipótese. Porque afinal, essa cisma de não aceitar a preferência, a crença, o estilo, que se difere do seu? Alguém por acaso te obriga a gostar do oposto do que você considera aceitável. Não. Ninguém tem esse direito. Para ser mais direta, ninguém tem o direito de se meter na vida de ninguém. Cada um que cuide do seu, pois Deus te fez humano com uma só vida pra cuidar, não um gato com sete. Ou vai ver que vieram na forma errada e se acham tão fortes a ponto de criticar o esforço do outro em carregar seu fardo, como se pudessem fazer melhor. Mas rotular é também uma questão instintiva. Em parte. É justificativo quando acompanha a nossa necessidade de nos diferenciarmos. Isso não me incomoda. O que faz meu sangue ferver nas artérias são os rótulos ofensivos. Não há nenhuma explicação aceitável para isso, além disso, é errado generalizar. Sempre há um diferencial no meio da galera. Ainda mais, imagina se ‘a girafa’ vira modelo? Se ‘a gordinha’ emagrece e se a ‘magrinha’ virar um mulherão? É… E virando o jogo para o lado positivo ser rotulado é ser percebido. O diferente só chama atenção porque não há nada de especial em ser padronizado. Então ser rotulado é bom porque esclarece que você não é só mais um na multidão e é ruim porque rótulo é rótulo. Afinal se somos rotulados ou não, nossa sensação é sempre ruim.  Pertencer a um grupo ou ‘tribo’ é mais que preciso, é obrigatório. Quem é exceção acaba sendo tido com ‘excluído da sociedade’. É quase como não exercer seu papel como cidadão. Mas voltando ao assunto, rótulos são apenas mais um assunto que a sociedade reverte para o lado negativo, e se tratando disso, nunca vou compreender como isso pode ser bom para alguém. Não cabe a mim julgar ninguém por qualquer fator que seja. Não é da minha conta quem usa roupa demasiadamente colorida e vive com lágrimas nos olhos, quem usa rosa da cabeça aos pés e quer cintura de Barbie ou quem vive de preto com um milhão de tatuagens e pierciengs sobe o corpo e se sente confortável com o som das batidas estrondosas da bateria e da guitarra. Afinal, eu também possuo uma personalidade divergente e faço parte de um grupo social e tenho um desejo em comum como todos vocês. Respeito.” — Gabriela L. (T-rapeze)

2 June 2012 · 216 notes · reblog
2 June 2012 · 7,452 notes · reblog
"E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode curar dores emocionais. Descobre que se leva anos para construir uma confiança, e apenas segundos para destruí-la. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém… Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida."
— William Shakespeare.   
2 June 2012 · 1,062 notes · reblog
2 June 2012 · 1,722 notes · reblog
2 June 2012 · 1,512 notes · reblog
→ all theme by eternall-y
"I've done alright up to now it's the light of day that shows me how and when the night falls, my loneliness calls. "
i'm already dead
"I blieve in u, u know the door to my very soul, u r the light in my deepest darkest hr, u r my saviour when i fall"